segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

LIVROS LIDOS, SUBLINHADOS E ESTUDADOS EM 2016


1.       Com Cristo na Escola de Oração, por Andrew Murray. 310 páginas.

2.      Um Tratado Sobre Oração, por John Bunyan. 54 páginas.

3.      Homens Sábios e Suas Histórias: Retratos de mestres da Bíblia, do Talmude e do hassidismo. 413 páginas.

4.      Respostas a Textos Difíceis nos Livros Históricos da Bíblia, por diversos autores. 148 páginas.

5.      Sábios Conselhos Para um Viver Vitorioso: Sabedoria bíblica para quem quer vencer na vida! por José Gonçalves. 160 páginas.

6.      Nos Passos do Mestre: A essência do discipulado bíblico, por Adolfo S. Suárez. 112 páginas.

7.      Orar é Invadir o Impossível, por Jack W. Hayford. 170 páginas.

8.     Escavando a Verdade: A arqueologia e as incríveis histórias da Bíblia, por Rodrigo P. Silva. 176 páginas.

9.      Abraão: Um modelo de obediência e fé (Série Homens de Caráter), por Gene Getz. 203 páginas.

10.  Josué: E a história bíblica, por Francis August Schaeffer. 176 páginas.

11.   Neemias: O líder que restaurou uma nação, por Hernandes Dias Lopes. 218 páginas.

12.  Levítico: Algunas reflexiones, por H. Tremp. 46 páginas.

13.  A Teologia do Evangelismo, por C. E. Autrey. 128 páginas.

14.  Josué: Um modelo de vida (Série Homens de Caráter), por Gene Getz. 206 páginas.

15.   Elias: Um modelo de coragem e fé (Série Homens de Caráter), por Gene Getz. 216 páginas.

16.  O Pequeno Príncipe: Com aquarelas do autor, por Antoine De Saint-Exupéry. 96 páginas.

17.   O Mensageiro do Deserto: Siga o exemplo de João Batista, por Douglas Reis. 96 páginas.

18.  Elias: Um homem de heroísmo e humildade, por Charles R. Swindoll. 201 páginas.

19.  Ouça o que o Espírito Diz às Igrejas: Uma mensagem de Cristo à sua igreja, por Hernandes Dias Lopes. 130 páginas.

20. Patriarcas e Profetas, por Ellen G. White. 792 páginas.

21.  Sobre a Preparação e a Entrega de Sermões: O mais completo manual de homilética da atualidade, por John A. Broadus. 355 páginas.

22. Histórias das Controvérsias na Teologia Cristã: 2000 anos de unidade e diversidade, por Roger E. Olson. 527 páginas.

23. Hebreus: Cristo nosso sumo sacerdote, por Siegfried Júlio Schwantes. 127 páginas.

24. O Sacerdócio Expiatório de Jesus Cristo, por Frank B. Holbrook. 272 páginas.

25.  A luz de Hebreus: Intercessão, expiação e juízo no Santuário Celestial, editado por Frank B. Holbrook. 253 páginas.

26. As 21 Irrefutáveis Leis da Liderança: Uma receita comprovada para desenvolver o líder que existe em você, por John C. Maxwell. 334 páginas.

27.  A liderança espiritual: Desenvolvendo líderes para novos tempos, Henry & Richard Blackaby. 342 páginas.

28. Liderança Cristã, por Ellen G. White. 112 páginas.

29. Espiritualidade Subversiva, por Eugene H. Peterson. Organizado por Jim Lyster, John Sharon, Peter Santucci. 315 páginas.

30. Súplicas do Mundo, por Hernandes Dias Lopes. 109 páginas.

31.  Jesus Coach, por Laurie Beth Jones. 244 páginas.

32. A Mensagem de 1888: Justificação pela fé em Cristo, a natureza humana de Jesus, perfeccionismo, a posição da irmã White em 1888, por George R. Knight. 203 páginas.

33. Conexiones Teológicas del Santuario: Hermosas conexiones entre el huerto del Edén y el santuario israelita, por Jorge E. Rico. 128 páginas.

34. O Gênero Ai no Livro do Profeta Habacuc (2,6-20): Ais do profeta Habacuc, por Ozeas Caldas Moura. 103 páginas.

35.  Deus no Mundo Real: Segredos para viver o cristianismo na sociedade moderna, por Jon Paulien. 168 páginas.

36. O Que É Salvação: O que Deus faz por nós e em nós, por Hans K. LaRondelle. 144 páginas.

37.  A Corrida da Fé, por R. C. Sproul. 64 páginas.

38. Liderança Inspirada: Conceitos de Ellen G. White sobre a arte de influenciar pessoas, por Cindy Tusch. 176 páginas.

39. Santificação: Como viver retamente em um mundo corrompido, por Neil T. Anderson & Robert L. Saucy. 392 páginas.

40. Espiritualidade e Oração, por Hernandes Dias Lopes. 70 páginas. São Paulo: Candeia, 2000.

41.  Daniel: Um homem amado no céu, por Hernandes Dias Lopes. 158 páginas.

42. Inteligência Espiritual: A nova dimensão para a vida plena, por Maria do Carmo Rabello. 166 páginas.

43. A Sabedoria Nossa de Cada Dia: Os segredos do Pai-nosso 2 – Aprendendo a superar os conflitos humanos, de Augusto Cury. 158 páginas.

44. Eu Costumava Ser Perfeito: Minha busca pela verdadeira religião, de George R. Knight. 93 páginas.

45.  ¿Adventismo Secular? Cómo entender la relación entre estilo de vida y salvación, de Fernando Canale. 143 páginas.

46. A Sabedoria dos Antigos, de Francis Bacon. 104 páginas.

47.  O Grande Conflito, de Ellen G. White. 720 páginas.

48. A Culpa é do Namoro, de Kellen Ramos Mandarino. 134 páginas.

49. Anjos: Sua presença e atuação na vida humana, por Sesóstris César Souza. 106 páginas.

50. Quem É Você Para Julgar? Aprendendo a distinguir entre as verdades, as meias-verdades e as mentiras, por Erwin W. Lutzer. 251 páginas.

51.   Paulo, o Líder: Uma visão para a liderança cristã hodierna, por J. Oswald Sanders. 192 páginas.

domingo, 25 de dezembro de 2016

CELEBRAÇÃO NATALINA DE JESUS. ISSO PODE?


INTRODUÇÃO: Texto bíblico: Lucas 2:8-20

1. É pecado celebrar o nascimento de Jesus? Por que sim, ou por que não?
2. É pecado alegrar-se por Jesus ter nascido neste mundo para viver e morrer por nós?
3. É pecado aos anjos celebrarem o nascimento de Jesus cantando entusiasticamente sua canção natalina? 

Atenção: Quando se fala em “cidade natal”, ou quando se fala em “pré-natal” ou até mesmo a palavra “natalidade”, não tem nada relacionado ao dia 25 de dezembro. A palavra “natal” é relativa ao nascimento, ou onde ocorreu o nascimento de alguém. Celebrar o natal de Jesus é celebrar seu nascimento em Belém.

I. O NASCIMENTO DE JESUS FOI CELEBRADO PELOS ANJOS AQUI NA TERRA VISANDO MOTIVAR-NOS À CELEBRAÇÃO CONTÍNUA – Lucas 2:9-14

1. O anúncio do nascimento de Jesus foi feito aos homens simples por um anjo que desceu do Céu à Terra. Anjos orientam aos homens humildes e os redirecionam ao Salvador.
2. O anúncio do nascimento de Jesus veio com a presença da glória de Deus e iluminou a noite escura mostrando que o nascimento de Jesus traria luz aos perdidos nas trevas do pecado.
3. O anúncio do nascimento de Jesus foi celebrado por um coral de exército de anjos logo que os pastores foram orientados ao que fazer diante do nascimento do Messias. A música cantada inspirou muitas outras composições, ela nos ensina que:

a) Deus merece ser honrado, glorificado, exaltado e adorado: “Glória a Deus nas maiores alturas”.
b) Deus almeja que a paz reine em lugar da guerra, das brigas, das intrigas e conflitos humanos: “Paz na Terra entre os homens”, foi a mensagem central da música dos anjos.
c) Deus deu a nós Seu precioso Filho para ser nosso Salvador porque quer bem aos pecadores: “A quem Ele quer bem”.

II. O NASCIMENTO DE JESUS FOI CELEBRADO PELOS PASTORES E DEVE MOTIVAR-NOS A CELEBRAR JESUS, O MESSIAS – Lucas 2:8, 10-12, 15-20

1. Os desprezados pela sociedade são prezados pelo Céu: Aos que viviam nos campos, longe de casa, dormindo no relento (quando dormiam), cuidando de ovelhas, o anjo Gabriel lhes apareceu. Após o temor, estas pessoas simples encheram-se de fervor.
2. Os sinceros e devotos, humildes e simples, são privilegiados pelo Céu: Ninguém mais teve o privilégio de participar de uma cantata natalina celebrada pelos anjos reluzindo a glória divina como os simples pastores de Belém. Os grandes nomes da melhor religião não receberam tal programação.
3. Os fieis e dispostos a obedecer são os primeiros a propagarem as boas novas de grande alegria por onde forem; assim, testemunhando, glorificando e louvando por onde iam os simples pastores continuaram a celebração natalina iniciada pelos santos anjos de Deus.

III. O NASCIMENTO DE JESUS É BOA NOVA DE GRANDE ALEGRIA QUE PROMOVE ADORAÇARÃO E CELEBRAÇÃO – Lucas 2:13-20

1. Sendo boas novas de grande alegria temos que celebrar e glorificar a Deus, o qual deu Jesus para nos dar vida plena de felicidade e paz.
2. Sendo que estávamos desesperados, condenados e aflitos neste mundo em conflito, sofrimento e morte, e Jesus nasceu para ser o Messias prometido, o Salvador do pecador e a esperança dos condenados, temos de celebrar Sua primeira vinda.
3. Sendo que os anjos começaram a celebração do natal de Cristo e os pastores deram continuidade, é certo que nunca devemos deixar morrer essa alegria em nosso coração e em nossa adoração.

CONCLUSÃO:

1. Celebrar o nascimento de Jesus é tão certo quanto santo; pois, anjos inauguraram essa vibrante celebração. Quanto a quando celebrar, minha opinião é todos os dias, ou qualquer dia; como há um dia específico em nosso calendário e ninguém sabe o dia exato, por que não aproveitá-la para testemunhar, comemorar e celebrar com nossos familiares e amigos?
2. Celebrar o nascimento de Jesus é uma forma de relembrar a alegria que Deus oferece ao mundo, a salvação ofertada gratuitamente por Cristo e, a graça manifestada neste mundo desprovido da glória divina.
3. Celebrar o nascimento de Jesus significa dar continuidade à missão cumprida pelos pastores que, embora simples, creram, viram e testemunharam com alegria e ousadia a quem quer que encontrassem pelo caminho.

APELO:

1. Não é pecado celebrar o nascimento de Jesus Cristo.
2. Então, una-se aos anjos e aos pastores para celebrar e proclamar Jesus.
3. Testemunhe, glorifique e adore a Deus celebrando o nascimento de Cristo.

Pr. Heber Toth Armí

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

VAI TER COM A FORMIGA: A indolência pode custar nossa entrada no Céu e utilidade no mundo


Neste tempo agitado, em que o estresse dita o ritmo da vida e até o tempo para dormir, comer e se relacionar se torna artigo de luxo, é possível que nem a pessoa mais preguiçosa possa dizer que está ociosa. De modo geral, somos muito ocupados e andamos bem cansados. E exaustos por tentar dar conta de uma agenda lotada de compromissos e pendências, muitos se sentem no direito de ter preguiça (ou falta de disposição) para os elementos mais importantes da espiritualidade: comunhão com Deus e envolvimento na missão. 

O preguiçoso espiritual é descuidado ou inconstante no estudo da Bíblia e da Lição da Escola Sabatina, na oração, na frequência aos cultos; na guarda do sábado e no compromisso com algum ministério de serviço ao próximo e edificação da igreja. Ele vive mendigando farelos espirituais; é fraco na fé, raquítico no fervor, desprovido do poder do evangelho e vazio do Espírito Santo. Como pastor, tenho visto que essas ovelhas precisam aprender com o famoso conselho de Salomão em Provérbios 6:6-11.

A primeira lição que as formigas nos ensinam é que para a manutenção da existência, Deus entra com a providência, e Suas criaturas com a previdência. Ele provê o alimento (Salmos 104:14-15; 136:25; 146:7; 147:9), mas é preciso colhê-lo com diligência, no tempo certo e da forma correta (Pv 6:8). Ellen White escreveu que as formigas nos ensinam lições de paciente operosidade, perseverança em superar obstáculos e providência para o futuro (Educação, p. 117).

O segundo aprendizado é que podemos até estar ocupados, como é a rotina da maioria hoje, mas desperdiçando tempo em “pecaminosa ociosidade, em práticas que corrompem a alma e o corpo”, como alertou Ellen White (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1.312). Assim, a “ociosidade”, do ponto de vista divino, não é mera inatividade, mas a negligência do que é eterno por valorizar o que é transitório.

O terceiro ponto é que a formiga, por sua vez, aproveita cada oportunidade para garantir o futuro. Esses pequenos insetos conhecem as estações, trabalham com determinação, se alimentam sem esgotar tudo o que ajuntam e assim separam provisões para enfrentar a crise e a escassez. O mesmo deveríamos fazer em relação ao preparo para a eternidade. É preciso aproveitar nosso tempo de graça. Estamos no verão, mas o inverno escatológico em breve chegará.

A indolência pode custar nossa entrada no Céu e utilidade no mundo (Mt 25:1-30), enquanto a diligência é fundamental para desenvolvermos nossas aptidões (Orientação da Criança, p. 59 e 60). Ao que preza pela lei do menor esforço, a necessidade e a pobreza logo baterão a sua porta, trazendo sofrimento (Pv 6:11). Porém, quem trabalha com foco adequado, recebe sabedoria, habilidades e forças diante das crises do futuro.

Por fim, as formigas são pró-ativas e não precisam da supervisão de um líder para trabalhar (Pv 6:7). Elas sabem que a participação individual no contexto da colaboração coletiva é imperativa para a manutenção do formigueiro. Nessa linha, o teólogo Jacques Doukhan identifica três imperativos apresentados por Salomão no texto: (1) vai ter com a formiga; (2) considera os seus caminhos e (3) sê sábio (El libro de Proverbios: El temor de Dios es el Principio de la Sabiduría, p. 28, 29). Doukhan sugere que a aplicação contemporânea desses conselhos seriam: (1) faça você mesmo, não espere ordens; (2) aprenda a prever crises em potencial e se prepare para elas e (3) cuide com a passividade preguiçosa e reaja ao apelo feito por Salomão: “Ó preguiçoso, até quando ficarás deitado?” (Pv 6:9).

Pr. Heber Toth Armí
Artigo publicado na Revista Adventista de Maio de 2016

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

JULGAMENTOS EQUIVOCADOS GERAM TEOLOGIAS DEFEITUOSAS

INTRODUÇÃO: Texto bíblico: Jó 1:6-12

1. Satanás é o acusador dos filhos de Deus; é o adversário de Deus, aquele que se opõe à Lei divina; que, por promover rebelião, perdeu sua morada no Céu.
2. Satanás encontrou espaço no Planeta Terra e anda por ele tentando destruir a criação e as criaturas, dentro dos limites permitidos por Deus.
3. Satanás era o mais poderoso anjo de Deus, antes de perverter-se; contudo, por ser criatura, sua limitação é naturalmente compreensível, assim, ele julga as coisas incorretamente, mas acredita estar certo.

a) Ele acreditava que Jó servia a Deus por meros interesses egoístas.
b) Ele acreditava que Deus abençoava a Jó para induzi-lo ou manipulá-lo a ser-Lhe fiel.
c) Ele acreditava que havia uma troca de favores entre Deus e Jó, insinuando que relacionamentos com Deus não estão baseados em dignidade, mas em interesses egoístas.

I. POR MAIS ESPERTO E ASTUTO QUE SEJA, NINGUÉM, NEM MESMO SATANÁS, CONSEGUE JULGAR OS MOTIVOS DO CORAÇÃO (A NÃO SER DEUS) – Jó 1:6-11

1. Satanás julga os motivos, mas sem conhecê-los: Ele alega que Jó não era digno da declaração que Deus fizera dele, nem Deus digno da adoração de Jó (vs. 8-9).
2. Satanás tem convicções, mas não passam de meras opiniões: Ele declarou enfaticamente a Deus que se Jó perdesse tudo o que tinha, com certeza Lhe amaldiçoaria na Sua cara (vs. 10-11).
3. Satanás emite acusações, sem preocupar-se em estar errado: Apesar de Satanás afirmar que Jó servia a Deus por amor às bênçãos, e que Deus o abençoava para receber adoração, a história mostra que Satanás estava errado; entretanto, ele nunca admitiu, nem pediu perdão por suas palavras ofensivas.

II. EMBORA SATANÁS TENHA SE ENGANADO TERRIVELMENTE EM RELAÇÃO ÀS INTENÇÕES DA DEVOÇÃO DE JÓ, ELE INDUZ MUITAS PESSOAS A JULGAREM COMO ELE – Jó 1:9-11

1. Muitos julgam as intenções do coração de seus amigos, professores, funcionários, patrões, líderes espirituais, etc. Assim como Satanás, com toda sua esperteza e astúcia é incapaz de julgar corretamente, os seres humanos também são.
2. Muitos caem nas armadilhas de Satanás e passam a trilhar pelos seus passos satânicos quando emitem julgamento sobre os motivos de seu próximo. Muitos fieis são alvos, como Jó, dos ataques satânicos por parte de pessoas enganadas.
3. Muitos enveredam pela mesma ousadia de Satanás ao julgar o caráter de Deus ou mesmo de Seus filhos fieis. As deturpações do caráter de Deus vistas nas diversas mídias disponíveis comprovam esta fatalidade.

III. JULGAMENTOS EQUIVOCADOS CONDUZEM A CONCLUSÕES E ATÉ A TEOLOGIAS FALSAS, PORTANTO, É PRECISO TER MUITO CUIDADO – Jó 1:10-12

1. A teologia da predestinação, que afirma que Deus escolhe uns para a salvação e abandona outros para a perdição, é contrária ao que a Bíblia revela do caráter de Deus. Está bem claro que Deus não predestinou Jó para adorá-lo, foi uma decisão pessoal.
2. O livre-arbítrio dado por Deus aos seres humanos inocenta a Deus da insinuação-acusação de Satanás. Se Deus houvesse predestinado Jó para adorá-lO, e por fim salvá-lO, o argumento de Satanás contra Ele teria sentido. Deus retirou a cerca de proteção, mas Jó não desistiu de Deus.
3. Se Deus predestinasse uns para a salvação e outros para a perdição, Ele seria arbitrário, injusto e digno da acusação do rebelde; porém, Deus permitiu que Jó fosse provado por Satanás para mostrar que o ser humano é livre para escolher o que quiser, e Jó escolheu adorar a Deus.
4. Além disto, o texto solapa a teologia Deísta que alega que Deus fez o mundo e o abandonou. Na verdade, Deus cuida de nós como cuidou de Jó: Antes, durante e após a provação.

CONCLUSÃO:

1. Sem conhecer a totalidade dos motivos de cada um, qualquer julgamento de motivos pode ser precipitado, imperfeito e totalmente equivocado. Sendo que Satanás possui mente mais perspicaz que o ser humano e erra, pior é o julgamento feito pelos humanos; portanto, antes de propagar um julgamento sobre alguém é melhor refletir sem dizer nada.
2. Sendo que só Deus conhece os motivos em sua plenitude, é sábio deixar que Ele julgue cada pessoa; e, é tolice ficar traçando conclusões sobre os outros, mesmo que o julgado seja bem conhecido.
3. Os julgamentos humanos e até mesmo satânicos (demoníacos) estão equivocados em cada análise e conclusão, principalmente quando o foco é avaliar a Deus; por isso, existem tantas teologias espúrias:

a) Baseando-se na Bíblia é possível analisar doutrinas/teorias, mas não motivos pessoais.
b) Estudando a Bíblia podemos julgar comportamentos, mas não as motivações do coração.
c) Conhecendo bem a Bíblia, podemos distinguir as artimanhas satânicas que visam enredar-nos em engodos doutrinários, mas não conseguiremos distinguir, precisamente, sentimentos e motivos dos que pregam heresias (ou mesmo verdades bíblicas).

APELO:

1. Nunca julgue os motivos, para não trilhar nos passos de Satanás.
2. Se for para julgar, avalie atitudes e doutrinas, mas não motivos.
3. Seja experto(a), sempre deixe os motivos para Deus julgar.

Pr. Heber Toth Armí

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