segunda-feira, 20 de abril de 2015

A TEOLOGIA CORRETA DOS DÍZIMOS E OFERTAS



INTRODUÇÃO: Texto bíblico: Malaquias 3:6-12

1. Interpretações incorretas levam a teologias espúrias.
2. Interpretações carnais deturpam o verdadeiro sentido das Escrituras.
3. Interpretações erradas sobre dízimos e ofertas denigrem a imagem de Deus.

I. DEUS É IMUTÁVEL EM SEU AMOR – Malaquias 3:6-7

1. Nossa instabilidade não abala a imutabilidade de Deus; por outro lado, Seu amor perseverante nos dá constante garantia de salvação.
2. Nossa segurança de salvação não está firmada na mutabilidade humana, mas na imutabilidade divina.
3. Nossa rebeldia deve aceitar a reconciliação promovida por Deus para produzir relacionamento com Ele. Mais que voltar a ritos e formalismos religiosos, precisamos voltar urgentemente ao eterno amor de Deus.
4. Nossa insensibilidade ao pecado é pior que nossa sensibilidade a ele. “Em quem havemos de tornar?”. Contudo, Deus não desiste de insistir em nos convidar.

II. DEUS MOSTRA ERROS A EVITAR NO RELACIONAMENTO COM ELE – Malaquias 3:8-10

1. Doar dinheiro à igreja pensando obter o favor de Deus é biblicamente errado: Da mesma forma que não se compra uma casa ou carro por amor ao vendedor também é possível tentar comprar a salvação com dízimos e ofertas sem ao menos amar ao Salvador.
2. Reter para si o dinheiro que pertente a Deus é errado:
a) Desculpas para sonegarmos o dízimo e as ofertas revelam nosso descaso para com Deus e Sua obra; consideramos nossos planos mais importantes que os de Deus.
b) Desculpas racionais e lógicas para retermos o que Deus pede alegando faltar alguma coisa para nós revela quanta incredulidade acumulamos no coração.
c) Desculpas para roubar a Deus evidencia um coração que não é capaz de amá-lO!
3.  Administrar egoisticamente o dinheiro que pertence a Deus é errado: Entregar na casa do tesouro não é distribuir aos necessitados ou como eu achar melhor. Isso é contrariar a Bíblia e ignorar a vontade de Deus; conquanto, leva o diabo a bater palmas.

III. DEUS QUER SER DEUS PARA NÓS – Malaquias 3:11-12

1.  Dízimo e oferta são atos de adoração Àquele que deve ser o primeiro em nossa vida: Entregar dinheiro à Igreja não é invenção humana, é princípio perpétuo estabelecido por Deus. É ato de adoração ao Senhor.
2. Dízimo e ofertas têm a ver com espiritualidade: Esses assuntos não são temas de economia eclesiástica ou questões meramente financeiras, é uma questão espiritual. O que ou Quem é central em minha vida!
3. Quando colocamos a Deus em primeiro lugar, quando deixamos que Ele seja nosso Deus em tempo integral, quando nossa conversão a Ele está fundamentada na reconciliação, quando nosso relacionamento está baseado no amor e nossa entrega for total a ponto de entregarmos inclusive nosso bolso, carteira e conta bancária, quatro coisas nos acontecerão:
a) Teremos as janelas do Céu abertas.
b) Teremos bênçãos sem medidas/incalculáveis.
c) Teremos o devorador repreendido, isto é, juros, etc.
d) Teremos uma vida/família/igreja feliz.

CONCLUSÃO:

1. Deus não é mendigo, pedinte, necessitado e carente de nossos recursos, nós é que somos dos dEle.
2. Deus não é interesseiro, egoísta, explorador e desumano; por nós sermos tudo isso é que Deus nos educa por meio da doutrina dos dízimos e ofertas.
3. Deus não é dinheirista, ambicioso, cobiçoso; pelo contrário, Ele é misericordioso, amoroso e generoso e quer nos moldar para que sejamos assim como Ele afim de experimentar alegria, prazer e felicidade indescritíveis.

APELO:

1. Veja dízimos e ofertas como algo mais do que dinheiro, como adoração.
2. Veja dízimos e ofertas como evidência de dependência e comunhão com Deus.
3. Veja dízimos e ofertas como uma forma espiritual de viver neste mundo material.
Pr. Heber Toth Armi

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